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  Noturno   120 8 semestres  Bacharel
 
  
    O curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo tem como objetivo proporcionar conhecimentos teóricos e metodológicos da comunicação. Desenvolver condições para que os futuros jornalistas possam agir de forma semelhante (necessidade de produção, ritmo e periodicidade) similares às do cotidiano da profissão.
 
  
- Desenvolver a capacidade de reflexão do aluno e sua competência crítica para analisar os padrões e práticas vigentes no jornalismo;
- Investir na formação sócio-econômica, política e cultural do acadêmico, com a expectativa de que venha a aplicar estes conhecimentos na atividade jornalística;
- Incentivar e ensinar a aplicação das novas tecnologias, especificamente no que diz respeito à sua aplicação no jornalismo;
- Trabalhar junto ao aluno a postura ética, social e profissional como essência e obrigação exigida do bacharel em Jornalismo;
- Dar condições para que o acadêmico exercite sua capacidade criativa ao experimentar novas linguagens e produtos de comunicação, assim como deixá-lo em condições para se adaptar a diferentes situações de trabalho e atuação profissional;
- Possibilitar ao aluno os rumos da iniciativa empreendedora, para que ele seja capaz de desenvolver projetos públicos ou privados, planejar e executar projetos próprios e que resultem no seu sucesso profissional, bem como esteja sempre atento às iniciativas inovadoras e de interesse econômico, político e social.

 
  
    O campo de trabalho do jornalista é diversificado podendo, o mesmo, atuar em jornais, revistas, televisão, rádio, internet, assessorias de imprensa e de comunicação em entidades de classe, corporações industriais e comerciais, sindicatos, cooperativas, assessorias de pesquisa, órgãos públicos e agências de comunicação.
     
  

A obrigatoriedade do curso superior de jornalismo para o exercício da profissão é uma exigência legal verificada em muitos países. Mas, mesmo nos locais onde não existem leis específicas exigindo o diploma, os formados acabam levando vantagem na disputa por uma vaga no mercado de trabalho.

Segundo dados do Guia de Profissões do site Globo.com, “Estima-se que haja um total de 35 mil jornalistas trabalhando no Brasil, sendo cerca de 20 mil com carteira de trabalho assinada. De acordo com dados do Relatório Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho, existem cerca de 9.500 profissionais trabalhando em jornais, revistas e em agências de notícias, 1.300 em rádio, 2.600 em televisão e 6.500 em assessorias de comunicação e no setor público, como professores universitários e funcionários do governo. Para iniciantes, há demanda por websurfers – pesquisadores responsáveis pelo levantamento de sites e informações de interesse para determinado cliente – e para profissionais mais experientes oportunidades na área de criação e edição de textos para websites.”

Com relação a liberdade de expressão e a existência de pressão política, a pesquisa IMPRENSA/Aberje/Maxpress de avaliação das assessorias de imprensa realizada em dezembro de 2005, revela que os profissionais de imprensa dos Estados da região Norte são os que mais se queixam da falta de liberdade de expressão e de uma ingerência maior dos órgãos públicos sobre seu trabalho cotidiano.

Segundo a pesquisa, os jornalistas da região Norte foram os que atribuíram menor nota no quesito independência: 5,65, contra uma média que varia de 6,71 a 6,87 nas outras regiões. No interior dos estados, essa avaliação ganha contornos ainda mais dramáticos: o indicador cai a 4,50, ou seja, menos da metade de uma escala que vai de 1 a 10.

A presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Pará, Carmen Lúcia Souza da Silva, afirma que muitas vezes os profissionais sequer procuram as entidades de representação para apresentar queixas sobre a pressão que eventualmente sofrem nas redações por parte dos órgãos públicos, mas reconhece que a interferência é grande, “principalmente nas esferas estadual e municipal porque são grandes anunciantes e acabam tendo a entrada facilitada pelos donos dos veículos de comunicação”, avalia.

A opinião de Carmen tem ressonância em seu colega, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Amapá. Segundo Volney Oliveira, muitos dos veículos de comunicação ou se comportam como “diários oficiais”, pautados por uma agenda positiva ao governo, ou sofrem as mais diversas pressões, em especial a financeira, visto que a dependência da verba pública é comum nestes estados em que os setores privados não têm grande concentração de verba e não são anunciantes. Na classificação por regiões, a que melhor avalia seu grau de independência é o Distrito Federal, a capital do poder, com 6,87, seguida do Sul (6,86), Sudeste (6,77) e Nordeste (6,73).

Segundo a mesma pesquisa, No Brasil, 15% dos jornalistas afirmam já terem sentido na pele a pressão dos órgãos do governo sobre seu trabalho, sofrendo ações corretivas do poder público em sua atividade. Essa interferência direta é mais sentida nas regiões Centro-Oeste (43%) e, novamente, Norte (41%). Os jornalistas do Estado de São Paulo são os que afirmam sofrerem menos interferência direta do governo, com 8%. Os profissionais de televisão e jornal são os mais vulneráveis, segundo a pesquisa, à interferência e ações corretivas do governo: 23% para os profissionais de TV e 19% para os jornais impressos.

Entre todos os jornalistas pesquisados, apenas 28% afirmam ter liberdade total para publicar as notícias que julgam ser de interesse público, ou seja, a cada dez jornalistas, menos de três são, realmente, livres. Do total, 60% afirmam ter liberdade quase total e 11%, pouca liberdade. Os que afirmaram não ter liberdade alguma somam 1% do universo pesquisado. As mulheres, segundo a pesquisa, afirmam ter menos liberdade que os homens. Somadas as respostas “não tem nenhuma liberdade” e “tem pouca liberdade”, os jornalistas do sexo masculino ficam com 10% enquanto as mulheres, 14%; entre os homens, 33% afirmam ter total liberdade, contra 20% das mulheres.

Uma significativa parcela dos jornalistas em Rondônia, não se formou na sua área de atuação e exerce a profissão de forma empírica , inclusive a primeira turma de Comunicação Social formada pela Faro em 2005, contou com muitos profissionais que já atuavam nas redações e se formaram para legitimar a atuação profissional.

Dados do Sindicato dos Jornalistas do Estado de Rondônia revelam que existem 400 jornalistas sindicalizados, sendo 360 sem graduação e apenas 40 graduados. Os Jornais diários de Porto Velho e as emissoras de TV servem como uma amostragem da realidade jornalística no Estado. No Estadão do Norte existem vinte e um jornalistas sem graduação e apenas quatro formados; Na Sucursal da Folha de Rondônia há três jornalistas e apenas um tem graduação; na Sucursal do Diário do Povo, são três jornalistas graduados; No diário da Amazônia existem sete graduados e cinco sem graduação. No Alto Madeira, são dois graduados que contam com a colaboração de profissionais free-lancer, pois, o periódico mais antigo do Estado passa por uma crise financeira. Tanto a Folha de Rondônia como o Diário do Povo têm sua sede em Ji-Paraná, segunda cidade maior de Rondônia situada na parte central do Estado. A TV Rondônia, afiliada da Rede Globo, conta com sete jornalistas graduados e sete sem graduação; A Rede TV tem nos seus quadros seis graduados e cinco sem graduação.

     
  
Acesse aqui a grade curricular do curso (formato.pdf)
     
  
Acesse aqui o corpo docente do curso (formato.pdf)
     
  

Arquivo: RegulamentoTCCFARO.pdf

Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso T.C.C.

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