É
crescente a demanda das diversas
instituições
por este tipo de profissional.
Isto ocorre porque as organizações,
em geral, cada vez mais se
preocupam com o relacionamento
com os seus públicos.
Para sobreviver em uma economia
globalizada, onde a sociedade
tem um amplo acesso às
informações
e a concorrência é
acirrada, a organização
deve traçar um diferencial
simbólico do produto
ou serviço por ela
oferecido. São os valores
agregados - compromisso com
o bem-estar social, apoio
à cultura, respeito
com o meio ambiente, entre
outros -, mais até
do que a qualidade técnica,
percebida como óbvia
e obrigatória, que
contam na sociedade contemporânea,
influenciando de forma considerável
as escolhas dos indivíduos.
Há
um campo de trabalho, em especial,
que vem se expandindo e oferecendo
grandes oportunidades para
os RP: o terceiro setor. As
organizações
não-governamentais,
em parceria com empresas privadas
e/ou governos, vêm realizando
um importante trabalho junto
à sociedade civil no
que se refere à responsabilidade
social das empresas e dos
cidadãos.
As
grandes agências estrangeiras
sediadas no Brasil estão
em sua maioria na cidade de
São Paulo. No que se
refere às agências
nacionais nos últimos
8 anos o crescimento foi de
aproximadamente 53%, número
fornecido pela ABERJE –
Associação Brasileira
de Comunicação
Empresarial, na quantidade
de agências registradas
, sem contar o mercado informal,
de consultores de Relações
Públicas que atuam
coligados a agências
de publicidade ou as assessorias
de imprensa.
O
número de alunos que
estão em estágios
na área cresceu de
52% para 79% nos últimos
quatro anos, verificado em
avaliação anual,
o que demonstra o um mercado
aquecido e que necessita de
bons profissionais.
Outro
fator importantíssimo
foi a chegada de grandes Agências
de Relações
Públicas ao Brasil
e associação
delas com agências pequenas;
isso aqueceu ainda mais o
mercado; no último
censo, feito pela ABERJE de
2003, o investimento cresceu
21% em relação
a 2002 o que significou milhões
de dólares para o Brasil.
Por
ser uma profissão,
cujas várias atribuições
– conforme a Federação
Nacional dos Jornalistas –
são desenvolvidas em
parceria com profissionais
de Jornalismo e Publicidade
e Propaganda , Relações
Públicas ainda tem
uma notoriedade tímida
no mercado de trabalho,muito
embora a primeira turma desse
curso formada em 2005 pela
FARO tenha marcado um novo
tempo para a profissão
no mercado local, ainda existe
uma grande oferta de vagas
para esses profissionais.
Em
Porto Velho, Capital do Estado,
apenas a Assembléia
Legislativa e o Tribunal de
Justiça contam com
Relações Públicas.
Em Ji – Paraná
, a segunda maior cidade do
Estado, somente a Prefeitura
Municipal dispõe de
um profissional nesta área.
O
Conselho Regional de Relações
Públicas, a 7ª
Região que compreende
os Estados da Região
Norte tem sua sede localizada
em São Luiz no Maranhão,
na Região Nordeste
porque o número de
profissionais maranhenses
ultrapassa a quantidade de
profissionais formados no
Norte do País, mais
um motivo portanto, para que
seja oferecida a oportunidade
de se formar novos relações
públicas para o mercado
local, carente de mão-de-obra
qualificada para desempenhar
a função de
relações públicas,
a qual é fundamental
nas organizações
numa era, cujos valores humanos
surgem como um importante
mecanismo para o êxito
profissional.